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sábado, 14 de dezembro de 2013

1.300 armas são trocadas por Bíblias em campanha de desarmamento promovida por igrejas evangélicas


Por Pr. Alair Alcântara!!!

1.300 armas são trocadas por Bíblias em campanha de desarmamento promovida por igrejas evangélicas
Um programa de desarmamento promovido por várias igrejas e organizações evangélicas em parceria com o Governo da República Dominicana alcançou no último mês o número de 1.300 armas coletadas em bairros violentos por todo o país.
O programa prevê a troca das armas por exemplares da Bíblia, e tem por objetivo reduzir os índices de criminalidade no país. Entre as armas recolhidas, a maioria é de facas, facões e outras armas brancas. As armas recolhidas foram apresentadas em evento promovido pelo programa de desarmamento.
O porta-voz da Polícia Nacional, James Matthew Slimer, afirmou que as 1.300 facas e facões apresentados são o resultado de um mês de trabalho de conscientização feito por igrejas evangélicas em 15 distritos das províncias de La Altagracia, Santiago, La Vega, Santo Domingo, San Cristóbal e Peravia, e no Distrito Nacional.
Durante o evento estiveram presentes os pastores Braulio Portes, do Conselho Nacional de cristianização, Daniel Martinez Bazil, da Igreja de Deus “Ministério da Juventude e Educação Cristã”; Elvis Cruz, da Congregação Bíblica “Adonai” e Esther Christian Estrela, da Igreja de Deus “Nova Vida Mirador Sur”.
- Parabenizamos a todos os jovens, e a todas as pessoas que entregaram as suas armas, em um ato de boa vontade. Quando um jovem diz que não vai portar uma arma e prefere uma Bíblia, isso é transformação, é uma bênção para o nosso país – afirmou o pastor Braulio Portes durante o evento.
A pastora Esther Estrella agradeceu à confiança depositada pela Polícia Nacional nas igrejas evangélicas.
- Nós sabemos que a melhor arma é a palavra de Deus – afirmou a pastor, segundo a Fox News.
Sofrendo com um constante aumento nos índices de violência, a República Dominicana tem uma taxa de 25 homicídios por 100 mil habitantes, segundo dados da ONU. Esse aumento na violência levou o governo do país a enviar mais de 3.000 soldados das forças armadas para patrulhar as ruas nas últimas semanas, após uma série de ataques em áreas urbanas.
Por Pr. Alair Alcântara
Liberdade

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